Livro Nos Eons de Elohin Introdução e Cap. 1

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Luana Thoreserc
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Livro Nos Eons de Elohin Introdução e Cap. 1

Mensagempor Luana Thoreserc » Sex Jun 27, 2014 3:01 am

O livro nos Eons de Elohin é um trabalho voltado para o tratamento das relações entre homem e divindade criadora; o livro exalta a importância das artes para a cura emocional, espiritual e mental; trás uma narração simples, mas bela, sobre a importância das curas de memorias de vidas passadas e através do relato de personagens importantes na construção das crenças do "EU SOU".... Traz para a luz da humanidade uma nova modalidade de cura quântica... http://www.youtube.com/watch?v=xzHzxfnTrQI

Informações e vendas nos sites: http://www.thoresercpoeta.com

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INTRODUÇÃO

Não pretendo, com este trabalho, impor filosofia alguma, muito menos desmerecer quaisquer crenças já fundamentadas nas diretrizes humanas. Entretanto, meu maior desejo é desconstruir o EU SOU tirano que tem subjugado a humanidade desde o grande início.
Com amor, convido meus amigos leitores a adentrar na verdade da alma.

Trecho: A divindade se manifesta em várias realidades, e em nossa realidade ela está doente, porque somos doentes. E o remédio para a cura dos males da carne, da mente e da alma, é o amor. Esse é o ensinamento que devemos dar para a centelha de Javé que arde em nossa alma, e assim ele se libertará, e, integrados a seu fabuloso corpo, estaremos prontos para vivenciar realidades além compreensão.


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Re: Livro Nos Eons de Elohin Introdução e Cap. 1

Mensagempor Luana Thoreserc » Sex Jun 27, 2014 3:31 pm

O DEUS CRIADO PELOS HOMENS Cap. 1

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Quando nos vemos limitados e impotentes diante de qualquer problema, ou, quando vamos entoar uma adoração a qualquer divindade que dá forma às nossas crenças, ou, iniciar uma prece, uma oração; sem que percebamos, nossos olhos se elevam aos picos mais altos. Nossas cabeças se erguem para olhar a divindade no céu azul ou no céu coalhado de estrelas. O que este ato revela? Revela a crença na subjugação a algo maior do que nós, e por assim ser, está no alto, no incompreensível, fora de nosso alcance. Vive à parte de nossa existência. E tudo que é mais poderoso e mais elevado do que nós, respeitamos por temor e amamos por idolatria. Inerte nesta crença impossível é enxergar a criação de forma integrada, considerar a existência de um arquiteto presente em cada átomo, presente em cada pilar de sua criação, neste caso, ou nos tornamos subjugados, ou, nos deixamos guiar pela descrença e passamos a ignorar a existência de um criador, por pura rebeldia, por não aceitar ser submisso a algo que, sequer pode ser visto. Mas ainda assim, mesmo ignorando o Grande Senhor, manifestamos em cada ato de nossa vida a essência dominadora desta crença, nos livrando do véu da vaidade, assumiremos que tanto individualmente quanto coletivamente, manifestamos o emprego da força dominante para oprimir os mais fracos. Mas, considerando que Deus, que Javé, evoluiu conforme evoluiu a humanidade, não é complicado entender que os seres humanos são, nada mais, que o Criador vivenciando sua própria criação, interagindo com ela a todo tempo; sendo assim, não existe um senhor intocável e assentado em picos altos, pois este senhor está dentro de cada um, vive em nossa capacidade de amar, em nossa capacidade de odiar, em todas as nossas potências. Nos primórdios da humanidade, o ser humano encontrou uma inteligência maior diante de suas limitações, um ser apenas para dar sentido ao incompreensível e que esperava de nós, nada mais que submissa adoração; então, logo o homem tratou de criar cartilhas de regras para fundamentar o elo “homem e divindade”. Todos deveriam ser submissos e obedientes e tudo o que fugia à sua compreensão, não era mais para ser compreendido, simplesmente deveria ser aceito como mistério pertencente somente à divindade, e “ai” do homem que tentasse comer do fruto original do saber. Deus foi tomando a forma humana; em várias crenças a divindade se vingava, castigava, matava, oprimia, por motivos bossais e vaidosos. Passou o tempo e a divindade mais se fortalecia transbordante em egocentrismo, crueldade e tirania, características totalmente humanas. Não demorou e legisladores surgiram para organizar a existência do Criador. Leis duras, rígidas e desumanas para todos aqueles que tentassem contra os desígnios da divindade foram criadas, e a partir destas leis, homens inteligentes, fortes e ardilosos usaram a divindade como método de domínio do mais fraco. Mas em meio a toda esta confusão, onde habitava Deus que permitiu tantas atrocidades em seu nome? O criador se perdeu em sua criação, conhece a realidade humana, tão quanto conhecemos a sua realidade divina. Entre nós, Javé vive preso em nossas maneiras, em um corpo magnânimo e defeituoso criado por nossas crenças, a fim de aprisionar a divindade e barganhar com ela. Tal poder possuímos, pois nós, humanos, somos centelhas dispersas da essência do criador, somos Deus vivendo em uma realidade grosseira, em uma dimensão 3D, onde tudo é mais difícil e tudo é determinado a partir de nossas escolhas. Neste caso, quem está subjugando quem? Não existe resposta sem arestas para dúvidas, contudo, podemos dizer que Deus e o homem correm o universo em uma dança desgovernada e inconsciente. Por sermos parte da divindade, existe em nós uma força inimaginável contida por nossas limitações, esta força explode através de nossas emoções e sentimentos e manifesta-se em nossas escolhas, e se vivemos a polaridade, é por mera necessidade em aprender a discernir. Mas inconscientes de nosso poder e o que gera as nossas escolhas, tornamo-nos submissos e desta submissão, submetemos a divindade ao seu próprio poder desgovernado e poluído pela essência humana. Quem é Deus e quem é homem? Não existe esta separação, nem mediante os defeitos, nem mediante as qualidades, somos reflexo da divindade, deslumbrados e dormentes. Então, minha primeira verdade é: Nossa principal tarefa existindo na condição homem, é liberar Deus deste corpo que criamos para ele, compreender-se “Criador” vivendo desgovernado de si mesmo. Nossa principal tarefa é recriar a divindade em nós a partir de nossas potências, a partir de nossas capacidades emocionais, unir-se e integrar-se ao arquiteto e doar para ele toda nossa experiência como criaturas. Nossa maior tarefa para com Javé é: Ensiná-lo a ser humano e quão nobres podemos ser nesta condição, só assim, próximos, ensinando a ele nossa realidade, poderemos então aprender com Javé a sermos divindade. A divindade se manifesta em várias realidades, e em nossa realidade ela está doente, porque somos doentes. E o remédio para a cura dos males da carne, da mente e da alma, é o amor. Esse é o ensinamento que devemos dar para a centelha de Javé que arde em nossa alma, e assim ele se libertará, e, integrados a seu fabuloso corpo, estaremos prontos para vivenciar realidades além compreensão.


Continua...

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