A REBELIÃO DE LÚCIFER- Dois capítulos do livro Confederação

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A REBELIÃO DE LÚCIFER- Dois capítulos do livro Confederação

Mensagempor Margarida » Ter Nov 06, 2012 8:39 pm

A REBELIÃO DE LÚCIFER

Dois capítulos do livro Confederação Intergaláctica
de Rodrigo Romo, Editora Madras


Imagem

(…) muitos daqueles que seguiram o Príncipe da Luz, Lúcifer, na realidade não estavam seguindo a verdadeira razão que o fez rebelar-se contra um sistema já implantado. Muitos apenas aproveitaram a oportunidade para fazer aquilo que estava no seu íntimo, demonstrando aquilo que realmente eram ou que queriam ser. Houve verdadeiras guerras e perturbações planetárias em nome de Lúcifer, embora ele nada tivesse com tais fatos. Houve muita deturpação em tomo da ideia original, assim como, aqui na Terra, houve uma deturpação muito grande do Cristianismo pelas congregações que o representam, da mesma forma como nossos irmãos espaciais cometeram atrocidades.

Antes de continuarmos, é importante lembrar que isto fazia parte de um grande acordo cósmico, no qual esse ser maravilhoso de grande luz, Lúcifer, iria comandar a evolução pelo lado negativo. Tendo sido instaurada a separação entre a luz e as trevas, tivemos a ordem e o caos. Tudo fora organizado para poder proporcionar o desenvolvimento polarizado das diversas espécies no nosso universo local.

Lembram-se que anteriormente já falamos dos 60% de negatividade geneticamente implantados. Essa nova proposta de evolução encontrava-se, e ainda se encontra, em ressonância com a dualidade e a polarização que o mestre da Luz permitiu. Lúcifer apenas aceitou a incumbência de dirigir e controlar essa nova ordem energética que deveria coexistir em nosso universo.

Sabe-se que Lúcifer estava entre os mais próximos amigos do Anjo Micah, que em níveis inferiores corresponde ao nosso Mestre Jesus Cristo. Lúcifer ocupava o 72 lugar na escala hierárquica após o progenitor galáctico, que no caso seria o Anjo Micah, que por sua vez corresponde à Hoste dos Micah, que são responsáveis pelos universos locais que compõem o nosso super-universo; são portadores do poder de criar planetas e galáxias nos universos locais que administram.

O que um ser, tão próximo da união cósmica, poderia renegar ou discordar? Ele foi contra todo um sistema burocrático evolutivo, que nada mais é que o jogo cósmico de xadrez, onde as energias se contrapõem gerando uma diversidade gigantesca de formas de vida. Vejam como as afirmações bíblicas são falhas! Não há lógica na forma como esses relatos nos foram transmitidos. Existem outras razões muito mais complexas justificando que um ser tão evoluído tenha aceitado esse papel na evolução de uma galáxia. Fomos todos condicionados a julgar e condenar sem antes ouvir a outra parte, e isso está incutido na nossa forma primitiva de ser. Devemos dar espaço a uma nova abertura onde possamos realmente sentir as vibrações da verdade cósmica.

Existem grandes absurdos, entre eles a afirmação de que Lúcifer esteve em nosso planeta. Isso nunca ocorreu. O que houve, na verdade, foi uma grande confusão entre nomes e patente oficial que muitos dos responsáveis utilizavam. Seu lugar-tenente, Satanás e Belzebu, estes sim estiveram em nosso planeta, mas não eram Lúcifer, como acreditávamos.

A figura do diabo, como nós a concebemos, não existe. Existe somente na cabeça daqueles que lhe dão força, assim como todas as atrocidades etéricas que temos criado. Caligastia ou Caligasto, que na época era o nosso Príncipe Planetário, comprometeu-se com estes seres não confederados e permitiu a sua entrada em nosso planeta. Isso ocorreu muito posteriormente à introdução da raça humana no planeta, porém eram ainda as primeiras civilizações que aqui se desenvolveram.

É importante salientar que toda a perturbação ocasionada pelos rebeldes e seguidores de Lúcifer, somente ocorreu nas dimensões mais densas físicas tridimensionais e em alguns casos da quarta dimensão. Foi, na verdade, um grande complot galáctico para criar novas formas de vida e energias que movimentariam e agitariam as estruturas estagnadas da nossa galáxia.

Nosso planeta ficou, até o presente momento, numa quarentena espacial, isolado do exterior enquanto não superasse as dificuldades que aqui foram implantadas; inclusive, a nossa amnésia espiritual, em parte também se deve a isso. Os diversos níveis de energia envolvidos com essa situação, no nosso e em outros planetas, contribuiu para o desenvolvimento de novos conceitos evolutivos. Entidades espirituais de outros universos aqui vieram para aprender, através da experiência física, aquilo que em espírito não era possível manifestar.

Situações como as do filme Guerra nas Estrelas, realmente aconteceram. George Lucas captou um pequeno fragmento do registro akáshico e criou sua obra-prima para as telas do cinema. Muitos escritores e produtores de filmes captam fragmentos de outras dimensões ou mesmo do registro akáshico.

Cada participante deste grande teatro sideral tomou posição naquilo que considerava mais próximo da sua realidade.

Verificou-se que, naquele período, existiam muitas formas de vida descontentes com a monotonia, pois não conheciam outra forma de evoluir. A perfeição acabava por enlouquecer. Estes dados são referentes a seres que ainda se encontravam num plano evolutivo semelhante ao nosso e alguns outros bem acima, porém, todos, de alguma forma, contribuíram para que esse novo plano cósmico se desenvolvesse.

Foram 37 planetas, ao todo, que cometeram atos que os levaram à quarentena, assim como a Terra. Estes planetas foram destinados à experiência dualista e polarizada da evolução, da mesma forma que na Terra. Foi nesses planetas que muitas formas de vida se desenvolveram e posteriormente povoaram outros planetas, como no nosso caso. A espécie humana que habita o sistema da estrela de Betelgeuse, por exemplo, é proveniente de uma civilização passada deste planeta Terra.

Genericamente, diríamos que a rebelião de Lúcifer e de toda a sua comitiva deu um novo tempero ao nosso universo local, em conformidade com os planos superiores; por isso não devemos condenar sem ter os verdadeiros dados e fatos em nossa consciência. Todos erramos, inclusive seres superiores de luz. Cada erro nosso ou deles tem uma consequência que será cobrada de cada responsável. Quando condenamos Lúcifer, estamos agindo por indução de relatos que não contam a íntegra dos reais fatos. Cabe a nós, então, preocupar-nos com a nossa evolução, contatar essa fonte para que possamos ter uma opinião íntegra e posturas definidas.

Não deixemos que fantasmas internos interfiram em nossas concepções e em julgamentos, para que possamos crescer verdadeiramente. Questionemos nossas atitudes, nossa realidade e perceberemos que agimos, quase sempre, seguindo o caminho de outros dentro de uma realidade que não é a nossa. A consequência disso é que acabamos tomando decisões erradas, que posteriormente se mostram de vital importância em nossas vidas.

Como nós, seres humanos, nos encontramos no contexto da rebelião galáctica, devemos entender o seu real significado, pois a mesma atingiu todo o nosso quadrante estelar, inclusive outras galáxias próximas à Via Láctea. Se a nossa evolução, assim como a de outros povos estelares, está condicionada aos efeitos dessa rebelião, e se cada povo teve o seu desenvolvimento por ela influenciado, temos, então, que descobrir onde podemos trabalhar a nossa nova Consciência Crística, que vem despertando paulatinamente. Dentro desse processo e dentro de um prisma dualista, teremos muitas metamorfoses em nosso crescimento até às dimensões superiores. Não creiam que a dualidade será milagrosamente eliminada de nós. Isso não ocorrerá, pois é justamente esse o nosso desafio: evoluir - dentro da dualidade energética, até aos níveis mais sutis da Consciência Crística e monádica.

No curso da nossa jornada, deparar-nos-emos com muitas alterações mentais e espirituais decorrentes da nova forma de analisar e sentir a vida que nos rodeia. Muitos dos nossos irmãos que aqui estão nos ajudando, já passaram por esse processo. A busca do equilíbrio dentro de um universo dualista é justamente um dos maiores desafios existentes no universo, pois sempre teremos forças se contrapondo. Isso se reflete sobre nossa civilização e será um dos fatores que teremos de aprender a equilibrar. Dentro da nossa divindade, possuímos todos os recursos necessários para efetuar esse processo. Basta que aceitemos o lado obscuro da nossa divindade.

As Inteligências dirigentes da rebelião criaram meios para controlar as egrégoras astrais dos planetas em quarentena e também as emanações astrais que cada habitante criava, mas perderam o controle e, como resultado, ficou a atual confusão energética que se encontra nesse plano. Foram criados seres astrais de grande poder; híbridos genéticos para atuar e controlar as energias astrais. Esses seres foram denominados de Medianos. São semelhantes aos Grays1, com aproximadamente 1,40 m de altura que, inclusive, podem materializar-se em nossa dimensão. Entretanto, muitos desses seres verificaram que estavam sendo utilizados para fins pouco louváveis e se uniram à Fraternidade Branca, contrapondo-se assim às forças ocultas do lado negro.

Tivemos muitos comandantes estelares atuando na Terra, conforme seus interesses pessoais, alguns eram considerados deuses de grande poder, e outros, demónios, entre os quais destacamos Belzebu, Jeová, Lilith, Asmodeus, Astaro, Bael e Belfegor – que podemos considerar como anjos caídos.

Como entre eles também havia conflitos de interesses pessoais e pouca organização, criaram-se diversas facções, cada uma das quais permaneceu na memória de alguns povos, em épocas e territórios distintos, e daí decorre o maior dano para o nosso planeta, que foi o acúmulo das egrégoras nefastas resultantes da liderança de cada governante sobre esses seres. Essas egrégoras deturparam uma realidade divina e deturparam, inclusive, a nossa fauna e flora. Diversos paraísos ecológicos foram arbitrariamente destruídos para dar lugar às experiências genéticas com formas distintas de vida, agradando somente ao ego desses líderes. Líderes que, inclusive, em nada diferem dos que encontramos atualmente em muitos governos e, até mesmo, no Governo Oculto.

Foi a ganância e a sede de poder que os motivou a intensificar as vibrações tridimensionais. Eles modificaram nossos valores originais. Perdemos nossa identidade graças ao interesse de uns poucos, e esse processo só está podendo ser revertido agora, com um trabalho de interiorizarão espiritual.

As lendas de um modo geral, e até mesmo as bíblicas, como a do Jardim do Éden, informam-nos que, na ocasião, o príncipe planetário Caligastia teria levado Eva a se desviar, tentando-a com o conhecimento das alternativas deturpadas do seu mundo tridimensional


EVA


Vamos explorar um pouco mais a nossa história bíblica.

Um dos maiores problemas que temos de encarar é o fator Tempo. Existe, na realidade, uma grande confusão cronológica desde o princípio da rebelião até o presente momento. É preciso deixar claro que a cronologia dos acontecimentos bíblicos está desordenada e estes estão muitas vezes adulterados pelas diversas traduções e distintas interpretações que tem havido. Muitos fatos descritos na bíblia são mais recentes do que se acredita.

Dos fatos em tal situação, temos, por exemplo, um anjo caído, denominado Jeová, que esteve aqui há aproximadamente 6 mil anos atrás, e que, na verdade, era um General de Exércitos das legiões do príncipe Lúcifer. Ele esteve presente na Terra em diversas épocas distintas e, em cada uma, foi lhe dado um nome distinto; mas a última vez, como Jeová, ficou a que foi registrada como a mais importante.

Procurarei ordenar cronologicamente os fatos que culminaram na guerra intergaláctica deflagrada pelos seres que optaram pela evolução dentro da polaridade positiva e negativa.

Inicialmente, Lúcifer separou-se da irmandade celestia l do anjo Micah, rebelando-se contra o direcionamento dado ao então implantado sistema administrativo e autárquico planetário. Seguiram com ele cerca de 200 ocupantes de altíssimos cargos nas esquadras celestes, mas nem todos o fizeram movidos pelos mesmos propósitos de Lúcifer: alguns dos que o seguiram, apenas ambicionavam alcançar seus ideais próprios de independência planetária.

Formou-se assim uma poderosa frota estelar, pois esses seguidores, na grande maioria, eram comandantes que tinham um grande número de naves e subalternos obedientes sob seus comandos. Essa frota possuía um grande poder bélico, que superava até mesmo alguns contingentes celestiais da Ordem de Micah; mas o mais importante nessa rebelião foi que nela havia seres do Externel e Internel, ou seja, Deuses criadores do nosso atual plano evolutivo.

As legiões de Lúcifer foram vencidas por duas vezes; mas, mesmo vencido, Lúcifer se manteve em sua base celestial, em pleno espaço cósmico. Por volta de 1958, quando Saint Germain se assumiu como o novo Avatar da Terra, Lúcifer foi aprisionado pelos Arcanjos e levado para a central galáctica da Ordem de Micah. Ali será julgado e prestará contas aos Anciões dos Dias pelo rumo que os acontecimentos tomaram em nosso quadrante estelar desde que ele aceitou guiar a evolução pela polarização extremada da emanação negativa, como assim a chamamos.

Seus seguidores, com o passar dos milénios, procuraram planetas para colonização e neles estabeleceram diversas raças através de desenvolvimentos genéticos, de cujo processo surgiram milhares de espécies humanas e humanóides, além de outras formas de vida, que também passaram ou estão passando por semelhante processo de polarização. Eles criaram verdadeiras fortalezas espaciais - impérios siderais - dentro da tridimensionalidade e, em alguns casos, até da tetradimensionalidade.

Como a matriz genética dos criadores estava contaminada e deturpada pela nova densidade vibracional negativa em suas concepções mentais, suas criações, ou seja, a maioria das suas formas de vida, estava baseada nesses conceitos erróneos, por assim dizer. Essas espécies, posteriormente, seguiram a tendência da matriz no que diz respeito à linha de pensamento e, portanto, de atitudes.

Houve diversos conflitos nesse processo. Foram cometidos crimes planetários, destruição e muitas conquistas armadas contra planetas que já eram habitados; mas esses acontecimentos só se verific aram nos planetas que apresentavam um grau evolutivo ainda precário, como o nosso. Muitos desses planetas, a nível Monádico, aceitaram a oportunidade de evoluir dentro do novo contexto da polaridade para o plano físico tri e tetradimensional.

37 planetas, entre eles a Terra, identificaram-se com a causa dessa rebelião e aderiram a ela. A decisão foi tomada, na maioria dos casos, pelos Príncipes Planetários, encarregados de supervisionar os módulos evolutivos de seus planetas e fornecer relatórios periódicos aos Arcanjos e governo central do nosso universo local.

Antes de aderir à rebelião, esses planetas, de acordo com as suas condições climáticas e geológicas, poderiam ser considerados paraísos. No nosso caso, encontraríamos um paraíso natural em perfeito equilíbrio, no que se refere ao ecossistema e interação entre homens e animais. A Terra, na ocasião, tinha Caligastia como Príncipe Planetário, o qual foi abordado por Satanás (Satã) e convenceu-se das vantagens de unir-se às legiões rebeldes, as quais, por sua vez, esperavam conseguir maior liberdade e autonomia em relação à Federação Intergaláctica e à ordem de Micah.

Na realidade, muitas das propostas efetuadas apresentavam conceitos positivos para a evolução do planeta, um dos quais resumia -se em que, quanto mais distante estivesse o planeta da sua fonte central, maiores seriam as dificuldades vibracionais que ele teria para manter contato com o que se denominava Deus; ou seja, os planetas mais afastados eram menos importantes evolutivamente e possuíam uma densidade vibracional mais elevada, que os limitava. (…) A possibilidade de romper com toda a burocracia celestial foi o estopim para conseguir a adesão em larga escala dos Príncipes Planetários, um dos quais, Caligastia.

Uma das acusações feitas por Lúcifer ao Anjo Micah foi que, tanto a Trindade Cósmica, quanto a energia criadora dos 7 universos, eram meros pretextos para a manutenção de uma determinada estrutura de poder, pois mesmo pertencendo ao alto escalão celestial, Lúcifer nunca tivera provas da existência dessa Trindade em um plano superior ao seu. Curiosamente, esse é um dos grandes problemas da humanidade: acreditar ou não em Deus, na forma como nos pregam as religiões e as sagradas escrituras.

Uma entidade em um grau evolutivo tão avançado como Lúcifer, quase se igualando ao Anjo Micah, não aceitava essa manifestação como sendo real. Entidades com poder da criação sabem da transposição entre as diversas dimensões e inclusive a do universo Teta. Imaginem o real significado disso, o grande impacto que causou em diversas formas de vida! Um dos grandes opositores de Lúcifer foi o Arcanjo Gabriel, que se defrontou, com sua frota celestial, à dos rebeldes. Estes e outros acontecimentos convenceram Caligastia a unir-se aos rebeldes, cedendo a Terra como base de apoio e moradia para algumas legiões espaciais, as quais, em pouco tempo, promoveram transformações e mudanças em nosso planeta, formando novas raças, novos continentes e civilizações, e destas, 17 atingiram as estrelas e colonizaram outros mundos.

Tais civilizações também passaram por processos evolutivos semelhantes ao nosso. Com a chegada dos rebeldes e as diversas alterações por eles provocadas, criou-se o véu de Maya, ou seja, surgiu a amnésia espiritual que nos fez perder a consciência da própria divindade, pois antes disso, mesmo sendo uma raça polarizada e com alto percentual de negatividade, nós ainda possuíamos grande parte da memória quântica celestial da nossa verdadeira origem e da nossa missão sobre a Terra.

Com isso, os habitantes da Terra ficaram mais propensos a se agarrar à fisicalidade e se densif icar. Isso dificultou muito o nosso processo evolutivo, pois sem a memória quântica desperta, perdíamos a conexão com nossa Presença Divina "Eu Sou" e passávamos somente a acreditar no plano físico, deixando a grande vastidão do plano espiritual nas mãos de uns poucos que, com o passar dos eons, foram denominados magos, bruxos ou até semideuses. Esses processos antecedem a 500 mil anos da nossa escala de tempo e perdem-se em alguns milhões de anos, quando, inclusive, foi criada a Fraternidade Branca da Terra, há 18 milhões de anos atrás, por Sanat Kumara3. Esse marco de 500 mil anos é importante, pois foi nele que se efetuou outra tentativa de endire itar um pouco as coisas, fazendo surgir nova raça humana que reconduziria a já existente.

A partir de 500.000 AC foi inoculado em nosso planeta o projeto ADÃO e EVA, por iniciativa da Hoste Cósmica e com o apoio da Hoste Ascensionada, o que, infelizmente, também não foi bem sucedido, pois Caligastia interveio contra o projeto. Esses dois seres mundialmente conhecidos eram, na verdade, uma nova espécie humana geneticamente desenvolvida, com um potencial mental e espiritual muito superior ao da raça aqui existente. Após o fracasso do projeto inicial, Eva foi destinada a gerar filhos com os humanos para melhorar a raça, o que conseguiu com grande sacrifíc io. Eva deu à luz cerca de 106 filhos, todos com um elevado grau, se comparados à forma anterior, que, na realidade, eram os remanescentes de uma civilização já destruída há milhares de anos pelos conflitos nucleares.

Inclusive, é importante salientar que as civilizações anteriores nunca atingiram uma população tão elevada quanto a atual. As cidades eram de porte médio, com populações de, no máximo, 2 milhões de habitantes (isso as que atingiam um elevado grau técnico), e duravam alguns milénios sobre o planeta. Outras, no processo intermediário, tinham menos que 300 mil habitantes, e o índice de mortalidade para esses grupos era muito elevado.

Adão também efetuou o mesmo processo de gerar filhos com mulheres da Terra para melhorar a espécie. Ambos, entre si, se amavam como seres humanos e, inclusive, como irmãos espíritas, pois possuíam a consciência cósmica de sua origem e conheciam sua real missão no planeta.

Dessa descendência destacou-se o filho Danton, que criou uma comunidade com princípios espir itualistas ligados aos elementais da natureza, fazendo com que se separassem das outras formas mais primitivas. É neste processo que, poderíamos dizer, houve a separação entre o Cromagnom e o Neanderthal. Pelo que se sabe, ambos chegaram a coexistir mutuamente, porém em territórios separados. Dados a esse respeito ainda são confusos, mesmo nas canalizações, pois temos sempre o fator tempo interferindo. Inclusive, há fosseis de humanos pertencentes a civilizações muito anteriores à que originou a nossa espécie atual humana. Por ora, não me aprofundarei muito na questão arqueológica e paleontológica, pois teríamos muitas variáveis e intermináveis enigmas a discutir e solucionar através de suposições, nem sempre as mais objetivas e corretas nesse campo restrito.

Mesmo após a tentativa fracassada de Adão e Eva, os rebeldes continuavam vindo para nosso planeta, assim como as delegações confederadas. Ocorreram diversas guerrilhas entre eles, as quais foram descritas como guerras dos deuses nas escrituras sagradas de origem Tibetana, Indiana, Judaica, Maia, Inca e de vários povos da África, além dos Egípcios. Um dos grandes problemas que, já naquela época, perturbava e facilitava o avanço dos rebeldes no governo, bem como o controle do planeta, era a densidade negativa da nossa egrégora etérica planetária, já deturpada, que impedia a atuação das hordas angélicas.

Foram, então, enviadas algumas naves para montar, aqui na Terra, bases planetárias com o intuito de controlar as manifestações efetuadas pelos rebeldes no plano fís ico; mas, na verdade, o que facilitava em grande parte a atuação desses rebeldes era, em primeiro lugar, a aceitação das suas pesquisas por parte do Príncipe Planetário e, em segundo, o fato de os humanos os considerarem deuses. Em outras palavras: nossa própria espécie, pela ignorância que possuía (ou ainda possui) da divindade, se permitiu ser manipulada. Mesmo assim, os extraterrestres que aqui estavam com o intuito de ajudar, fizeram um trabalho de melhoria genética e evolução mental para acelerar o nosso processo evolutivo, que estava, e ainda está, muitíssimo atrasado em relação ao cronograma estipulado para o planeta.

A cada ciclo planetário novas civilizações e continentes surgiram, e em alguns ciclos houve, inclusive, o surgimento bem sucedido de até três civilizações distintas, porém aparentadas geneticamente. Cada ciclo do planeta Terra tem a duração de 28.000 anos, div ididos em dois sub-ciclos de 14.000 anos, os quais representam os ápices energéticos para a decisão da vida ou da morte para muitas formas de vida. As formas mistas entre humanos e animais foram experiências efetuadas por distintas civilizações, inclusive atualmente pelo governo oculto, visando criar uma raça servidora e escrava a ser utilizada nos mais diversos trabalhos e pesquisas. Foi dessas anomalias geradas pelo homem que surgiram as lendas e conceitos de demónios vindos das profundezas da Terra, o que, em parte, não deixa de ser verdade, pois todas as bases secretas dos extraterrestres são feitas no subsolo ou em montanhas, além das profundezas dos sete mares.

Houve uma má interpretação dos habitantes terrestres para com essas formas de vida, tendo, muitas delas, gerado medo e devoção por parte dos menos afortunados, que lhes faziam oferendas e sacrifícios, acreditando assim estar apaziguando esses demónios; ou seja, o próprio homem criou mitos pela ignorância condicionada por uma minoria.

Infelizmente, essas estruturas ficaram gravadas no plano etérico do planeta e na memória das civilizações posteriores, fortificando mais ainda a existência dessas formas desqualificadas de energia que, assim, adquiriam vida etérica. Essas formas de energia preambulam, atualmente, numa dimensão astral à espera de libertação. É necessário resgatá-las e requalificá-las, permitindo-lhes evoluir: dentro de um contexto mais proveitoso em algum outro planeta que esteja apto a essa nova tarefa, que acontecerá às nossas custas.

O politeísmo teve a sua origem nessas figuras, que outrora pisaram na superfície terrestre, algumas das quais ainda existem nas profundezas da Terra, porém já evoluídas a um ponto dévico, pois ligaram sua consciência de grupo com a fonte Crística e tiveram uma evolução espiritual que se reverteu na forma técnica para que pudessem sobreviver nas cidades subterrâneas.

No processo em que a Terra se encontrava, fomos visitados por uma potência espacial proveniente de outro universo dimensional, com uma estrutura social e mental bem distintas da nossa. Encontravam-se num plano material mais sutil que o da Terra, sem, contudo, ser o plano etérico.

Esta espécie foi e ainda é considerada como de vampiros energéticos que se alimentam dos nossos fluidos negativos, pois as energias negativas passionais da humanidade emanam uma vibração que eles podem utilizar para seu sustento.

Sua chegada ao nosso planeta colaborou mais ainda para o aprofundamento na matéria, deixando que a nossa origem espiritual caísse cada vez mais no esquecimento, restando apenas como lendas, nas quais foram incluídas falsas verdades e distorcidas as que ainda restavam.

Alguns dos seres que pertenciam à rebelião inicial e que aqui permaneceram, acabaram por perder a linha original de seus princípios e pactuaram com esses vampiros dimensionais, dificultando mais ainda o trabalho dos seres de luz da Fraternidade Branca. Mesmo assim, o poder dos seres de luz não foi quebrado; caso contrário, nosso planeta não existiria mais.

Apesar de todas as forças nefastas que aqui existiram e ainda existem, elas não triunfaram sobre a Hoste Ascensionada dos mestres e as frotas confederadas aqui estacionadas, que ergueram uma quarentena em nosso planeta.





Este texto pode ser divulgado livremente
desde que se refira que faz parte de um livro publicado pela Editora Madras, Brasil.



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